E justo neste momento quando meus olhos encontram os seus, há uma ausência de espaços – antes talvez a permanência dos sorrisos na secreta certeza dos lábios. Vivemos a madrugada dos corpos que anoitecem feridos de beijos, tombados pelo encontro desde aquela noite onde a poesia nos alvejou (vítimas) na calçada e onde então tudo se fez espera.
(Há um silêncio tépido em cada palavra alheia como que para ecoar dentro de mim os seus suspiros.)
Não há outra morada (eu) para o inescrutável.
[like every bit of you]
G.
[Like you all]
Fico realmente impressionado lendo teus textos, o modo como você vai enfileirando a sutileza das palavras, enfeitando e reinventando frases tão simples que terminam as mais bonitas de todas.
A cada vez que leio um trecho, paro para pensar na tamanha naturalidade com que ele deve ter saído dos seus pensamentos, dos seus dedos, para dizer coisas tão corriqueiras como um mero: “eu me apaixonei por você”, transfomadas nas melodias mais doces aos ouvidos de quem vê. E fico bobo…
E ao ler uma sequência deles, penso que só mesmo uma nova paixão cura a dor de outra…
Caro Anônimo, obrigada pelos elogiosos.
Lindo, Fê. E lugar de poesia é na calçada, já dizia Sérgio Sampaio.
Love!
Love, Pee.
Eita! Fiquei até com ciuminho do anônimo aí de cima!
De qualquer maneira, o companheiro (ou companheira) captou bem o espírito. Fico honrado de fazer parte disso tudo. [like every bit of you]
[Você é parte e todo.]